Gambozino é uma animal imaginário.
Andar aos gambozinos, significa andar à toa, vaguear, vadiar, vagabundear.
É isto que eu prendendo: vaguear por vários assuntos, vários lugares, ao correr da imaginação e da disposição.
Andar aos gambozinos, significa andar à toa, vaguear, vadiar, vagabundear.
É isto que eu prendendo: vaguear por vários assuntos, vários lugares, ao correr da imaginação e da disposição.
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Cidade
- É preciso que passe um avião…
Quem me dera o silêncio, a solidão,
Onde pudesse, alguma vez, ser eu!
Na cidade nasci; nela nasceu
A minha dispersiva inquietação;
E o meu tumultuoso coração
Tem o pulsar caótico do seu.
Ah! Quem me dera, em vez da gasolina,
O cheiro da terra húmida, a resina,
A flores do campo, a leite, a maresia!
Em vez da fria luz que me alumia,
O luar, sobre o mar, em tremulina…
- Divina mão compondo uma poesia.
Carlos Queiroz
Foto: rua de Abrantes
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Janela
Ah, se não fosse a névoa da manhã
E a velhinha janela, onde me vou
Debruçar, para ouvir a voz das cousas,
Eu não era o que sou.
(...)
Teixeira de Pascoaes
Janela em Abrantes
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Abrantes,
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sábado, 23 de agosto de 2008
Árvore morta
Estendeu os seus ramos, mirando a paisagem, a planura a perder de vista, só interrompida pelos cumes das montanhas.
Agora está morta. Os ramos secos despidos de folhas.
À espera de que venham cortar-lhe o tronco, arrancar-lhe a raiz. Terá ainda alguma serventia?
Talvez, no seu lugar, venha a crescer outra árvore.
.
.
Abrantes, junto à Igreja de S. Vicente
sábado, 16 de agosto de 2008
O jardim do Castelo de Abrantes
Na minha última viagem à região de Lisboa, no regresso, resolvemos variar no percurso. O objectivo era passar por Abrantes e visitar ou revisitar algumas terras da margem direita do Tejo. A visita a Abrantes foi mais demorada do que o previsto. A cidade tem aspectos muito interessantes. Mas, de tudo o que foi visitado, destaco o jardim do Castelo. É um espaço lindíssimo, em que se nota algum cuidado na sua manutenção. No entanto, em conversa com umas senhoras que gozavam da calma e da paisagem do jardim, este tem sido alvo de muitos actos de vandalismo. Notavam-se bem as marcas para que nos chamaram a atenção: destruição do sistema de iluminação e de muros de protecção. Apesar de tudo, é um espaço de uma qualidade que não se vê muito por estas terras.
Deste local privilegiado, têm-se uma vista sobre a cidade, o vale do Tejo e as terras da margem esquerda do rio. O dia estava um pouco enevoado, mas a paisagem era deslumbrante.
O espaço onde se elevam para o céu os ramos desta espécie de planta suculenta.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
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