Anunciavam-se a distância pelo forte coaxar. Quando me aproximei calaram-se mas, depois, começaram a aparecer no cimo da camada de limos do tanque de rega da horta.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Muro de pedra
Muros de pedra solta que servem para limitar a propriedade. Actualmente, as cercas de arame desempenham essa função. Estas construções, por acção do tempo e por falta de manutenção, vão desaparecendo um pouco por toda a parte.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Hoje é dia de jacarandás
quarta-feira, 9 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
Luz e sombras
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Ainda a Primavera
domingo, 30 de maio de 2010
Árvore morta
Perto do Rio Tejo, na margem Sul. No lado esquerdo, vê-se uma nesga do rio.
(clicando sobre a imagem, pode ver-se em tamanho maior)
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Novidades nos campos alentejanos
Antes, as máquinas faziam os fardos de palha, deixando-a à vista; agora, os rolos são cobertos de plástico branco e negro.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Talhas alentejanas
Talhas para vinho. Perderam a funcionalidade inicial e agora são objectos decorativos. As duas estão assinadas pelos artífices que as construíram. (clidando nas imagens, podem ver-se em tamanho maior).
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Vinhas do Alentejo e poesia
Ex-libris
Todos bebem o seu vinho,
De qualquer modo, - mesmo os que não bebem:
Porque também é vinho o que concebem
Para esquecer o caminho.
A Poesia, é o meu vinho;
- Que importa o que os outros bebem?!
Carlos Queiroz
sábado, 22 de maio de 2010
Flor e poesia
NOVA, NOVA, NOVA, NOVA
Não era a minha alma que queria ter.
Esta alma já feita, com seu toque de sofrimento
e de resignação, sem pureza nem afoiteza.
Queria ter uma alma nova.
Decidida capaz de tudo ousar.
Nunca esta que tanto conheço, compassiva, torturada
de trazer por casa.
A alma que eu queria e devia ter…
Era uma alma asselvajada, impoluta, nova, nova,
nova, nova!
Irene Lisboa
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Gerânio e poesia
ROSAS E CANTIGAS
Eu hei-de despedir-me desta lida,
Rosas? – Árvores! hei-de abrir-vos covas
E deixar-vos ainda mais novas?
Eu posso lá morrer, terra florida!
A palavra de adeus é a mais sentida
Deste meu coração cheio de trovas…
Só bens me dê o céu! eu tenho provas
Que não há bem que pague o desta vida.
E os cravos, manjerico, e limonete,
Oh! que perfume dão às raparigas!
Que lindos são nos seios do corpete!
Como és, nuvem dos céus, água do mar,
Flores que eu trato, rosas e cantigas,
Cá, do outro mundo, me fareis voltar.
Afonso Duarte.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Ida ao museu
Já visitei bastantes museus. Escolher um é difícil pelo que me decidi pelo último.
Tratou-se de uma visita à cidade de Elvas, que se iniciou fora da cerca medieval, junto à Fonte da Misericórdia. A Praça da República é local de passagem obrigatório pela sua beleza e marcas históricas que aí se podem observar, nela se localizando a antiga Sé, templo do século XVI, mas com intervenções posteriores. Imprescindível é passar pela Igreja do Convento das Domínicas, nas traseiras da Sé, pequeno templo de planta octogonal totalmente revestido de azulejos do século XVII. Sempre subindo a colina, chegámos ao castelo, de origem islâmica, de onde se desfruta de uma paisagem a perder de vista. Percorremos as ruas próximas, estreitas e curvilíneas, características dos períodos muçulmano e medieval. A Igreja da Ordem Terceira de S. Francisco transportou-nos para o período barroco, com exuberante talha dourada e azulejos do século XVIII. Entretanto, nas íngremes ruas, fomos passando por locais ligados à função militar da cidade. Referência especial para o Cemitério dos Ingleses e os Quartéis da Corujeira (em avançado estado de degradação). Depois a entrada na Igreja de S. Domingos, com o que resta da sua origem gótica e as modificações posteriores.
Por fim, o Museu Militar, instalado no antigo Convento de S. Domingos e Quartéis do Casarão. É impressionante o acervo que se encontra quer na parada, quer no interior do edifício, cuja arquitectura é, por si só, objecto de admiração.
Curiosamente, apesar de breve, a descrição de uma pequena parte da cidade ocupou mais espaço que a do museu propriamente dito. Mas não será a cidade um museu vivo?
Este texto é a minha contribuição para a blogagem colectiva do blogo Aldeia da Minha Vida.
Pode visitar e comentar.
Este texto é a minha contribuição para a blogagem colectiva do blogo Aldeia da Minha Vida.
Pode visitar e comentar.
domingo, 16 de maio de 2010
Brindemos com vinho rosé do Alentejo!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
Cores de Primavera no Alentejo
terça-feira, 4 de maio de 2010
Aurora no Alentejo
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Barragem dos Minutos
Subscrever:
Mensagens (Atom)
